01 setembro 2012

PT CHEGOU AO GOVERNO, MAS NÃO AO PODER - Eduardo Guimarães


Fico imaginando se o STF, hoje, estivesse julgando a compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. À diferença do que ocorre com o processo do mensalão, quando aquele escândalo estourou havia uma quantidade enorme de provas do ilícito.

Era 1997 e o governo tucano, através do então ministro das Comunicações, Sergio Motta, fora acusado de ter subornado deputados daquele Estado para votar a favor da emenda constitucional que permitiu a FHC disputar a própria sucessão em 1998.

Gravações revelaram como o então deputado João Maia (PFL-AC) vendera seu voto. Flagraram aquele e outros deputados confessando que haviam recebido R$ 200 mil do governo federal e outros R$ 200 mil do governo do Acre. O dinheiro usado na operação, segundo as gravações, teria sido providenciado pelo então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (PFL), e pelo então ministro das comunicações.

Naquele caso, como em outros vários escândalos de corrupção denunciados durante os dois governos de FHC, havia fartura de provas. Contudo, o poder que o governo federal tinha era imenso e nada foi sequer investigado.

No caso específico da compra de votos, nem uma mísera CPI foi instalada. Imaginem a situação, hoje, se o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tivesse elementos como os que havia no caso da compra de votos para a reeleição de FHC.

Hoje, a Procuradoria e o STF “flexibilizam” direitos individuais para condenar, enquanto que, àquela época, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, nem sequer se deu ao trabalho de responder aos questionamentos sobre o que faria diante de uma denúncia daquele quilate.

O PSDB, quando governou o Brasil, tinha um poder imenso: no Congresso Nacional passava como um trator sobre a oposição petista, aprovando tudo o que queria, e impedia CPIs e até reportagens na imprensa. FHC chegou a ser flagrado dizendo, nos grampos do BNDES, que o apoio da imprensa a si era até exagerado.

Não se pode defender que qualquer governo tenha o poder que teve o do PSDB quando governou o Brasil – a maioria das desgraças que se abateram sobre o país entre 1995 e 2002 decorreu justamente da falta de contrapesos democráticos ao poder do Estado.

Todavia, a situação inversa, hoje, tampouco favorece a República. A base de apoio dos governos Lula e Dilma no Congresso foi e continua sendo instável e qualquer denúncia fraca gera CPIs, derruba ministros e, após ser alcançado o objetivo político, desaparece.

Ao contrário do que ocorria quando a direita governava o Brasil, os governos do PT atravessaram os últimos dez anos batendo recordes de popularidade, porém sendo fuzilados pelos outros três Poderes: Legislativo, Judiciário e Imprensa (o quarto Poder).

O resultado está aí: nunca antes na história deste país o Supremo Tribunal Federal condenou políticos tendo, para isso, que “flexibilizar” garantias individuais. A história dessa Corte é, justamente, a de ser a instância onde os processos contra políticos sempre davam em nada.

Alguns dirão que é bom o que está acontecendo porque as condenações no âmbito do processo do mensalão “do PT” intimidarão os políticos e lhes mostrarão que, ao se corromperem, se forem flagrados não haverá impunidade.

É uma balela justamente porque outros processos análogos ao do mensalão e que envolvem os adversários do PT estão recebendo, neste exato momento, tratamento inverso. O mensalão “do PSDB” foi desmembrado e engavetado. Muito anterior ao do PT, não há previsão de ser julgado. Além disso, foi miniaturizado pelo desmembramento.

O que cresce exponencialmente no âmbito do inquérito do mensalão, portanto, é o poder da mídia. A pressão que fez e faz sobre o STF enquadrou praticamente todos os ministros daquela Corte, que aceitaram julgar um caso eminentemente político em pleno processo eleitoral.

O que há hoje no Brasil, então, é o completo desvirtuamento da Justiça, de forma que julga políticos com rigor determinado pela filiação partidária, pela opção ideológica e de acordo com os ditames midiáticos.

Dois dos juízes do STF que resistem ao tribunal de exceção que está sendo erigido no mesmo STF são acusados de se corromperem a favor de um partido e de um governo e sequer têm força – ou coragem – para protestar contra o que estão padecendo em termos de detração pública.

Seria muito bom para o combate à corrupção se o tratamento dispensado ao mensalão do PT fosse generalizado independentemente de qual seja a legenda partidária, ainda que caiba discussão sobre garantias individuais que estão em xeque diante da tal “flexibilização” que estão sofrendo.

Contudo, o pior dos mundos vai se materializando. Tudo caminha para que o PT e o governo Lula se tornem exceção em uma história do STF de absolvições muitas vezes suspeitas.

Diante desse quadro, constata-se que o PT chegou ao governo, mas não chegou ao poder. Claro que não seria desejável que tivesse poder como o que teve o PSDB quando governou, pois era grande demais e sem contraponto. Mas o poder débil que tem também não é bom.

O governo Dilma, aliás, politicamente é ainda mais fraco do que o governo Lula, até porque a presidente foge de polêmicas e tenta coexistir pacificamente com o poder midiático cedendo às suas pressões mais decididas.

Muitos se revoltam com a postura pusilânime do governo federal diante dos conservadores e da mídia, mas o fato é que a presidente deve saber onde lhe aperta o sapato, ou seja, sabe que sua base de apoio político no Congresso não é confiável.

Eis que é no Legislativo e no Judiciário que este governo tem seus pontos vulneráveis, mas não por uma razão institucional que valesse para qualquer governo, mas porque a mídia se tornou a bússola desses poderes, que a ela se submetem com temor reverencial.

Se há um lado positivo em tudo que está acontecendo, portanto, é o de revelar a situação político-institucional do país. Haverá que lutar muito, na década que se inicia, para que surja um governo que não se submeta a setores diminutos, porém poderosos, como a mídia.

O Brasil precisa, assim, de um líder político carismático e corajoso que se disponha a enfrentar decididamente essas questões. Contudo, não se vislumbra algum político com capacidade de assumir tal posição.

Em alguma medida, é alentador que o objeto do desejo dos que manipulam o Executivo, o Legislativo e o Judiciário com o joystick midiático não seja alcançado. Até aqui, ao menos, a direita demo-tucana não lucrou eleitoralmente com o julgamento do mensalão.

De forma até surpreendente, a mais vistosa débâcle política está ocorrendo justamente no lado oposto àquele que está na berlinda suprema do STF, com o derretimento lento, gradual e constante da candidatura José Serra, político que se esperava que fosse o grande beneficiário do circo naquela Corte.

A mídia, porém, mantém enorme, imenso, incomensurável poder de manipular as instituições através da chantagem a homens públicos e agremiações políticas que a ela se oponham, chantagem que os ameaça de fazer consigo o que faz com o PT e juízes do STF que a desafiam.

Já o PT, vai ficando provado que conta com o apoio da sociedade, que está ignorando, pelo menos até aqui, a manipulação do julgamento do mensalão. Assim como em 2002, em 2006 e em 2010, os brasileiros seguem dando uma banana à mídia e votando no partido.

Uma vez no poder, governos do PT passam a sofrer o efeito do poder midiático de vetar políticas públicas e dificultar a governança valendo-se de escândalos reais e, sobretudo, forjados.

O drama que se impõe ao país, portanto, é que o STF, ao se converter em tribunal político sob ditames de empresários de comunicação chantagistas e ao tratar desigualmente o mensalão tucano e o petista, faz o país retroceder como nunca do ponto de vista institucional.

O processo civilizatório do Brasil ainda tem muito chão pela frente.

Extraído do Blog da Cidadania

CASA BRANCA E ISRAEL PROPAGAM TERROR CONTRA O IRÃ PARA "DESESTABILIZAR" O REGIME DOS AIATOLÁS


Está circulando na internet um documento elaborado pelo Departamento de Estado de Israel que indica para os próximos meses um ataque ao Irã, antes mesmo das eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos, sob o pretexto de "aniquilar a iniciativa nuclear" de Teerã.

O ataque poderá ocorrer em curto prazo, após a Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque, a ser realizada em setembro, quando ao seu final está prevista uma reunião entre Netanyahu e o neofalcão Barak Obama. Na pauta, a chamada "guerra do século XXI" deve ser o centro da reunião, cujo documento denominado "ataque de pavor e choque" "vazou" de altas patentes militares sionistas. Trata-se de mais uma orquestração criminosa no imenso rol de barbáries cometidas pelo cão de guarda raivoso do imperialismo ianque no Oriente Médio. Em caso de um futuro conflito aberto, obviamente Obama encenará uma "oposição" diplomática a esta "iniciativa" sionista, mas orientada a partir das obscuras salas do Pentágono e seus órgãos de inteligência. De acordo com o "plano" de guerra do Departamento de Estado sionista, haveria uma ação coordenada em diversos ataques. Uma primeira fase abarcaria um ataque cibernético com vistas a paralisar completamente o regime político dos aiatolás, o qual teria "hackeados" a rede de internet, a telefonia, rádios, televisão, satélites de comunicação e cabos de fibras óticas, além de "desabilitar" virtualmente o sistema de lançamento de mísseis subterrâneos localizados em Khorramabad e Isfahan, debilitando a capacidade de reação militar deste país. Segundo o documento supostamente "vazado" estaria inclusa a sabotagem da rede elétrica erguida sobre a fibra de carbono, provocando curto-circuitos em cadeia, o que deixaria o Irã praticamente às escuras. Neste período, dezenas de mísseis com ogivas não-convencionais (com alto poder de destruição) seriam lançadas de navios estacionados no Golfo Pérsico, tendo como alvos sinistros as residências dos cientistas nucleares iranianos e as usinas de beneficiamento do urânio. Concluída esta fase, entra em cena o satélite-radar "azul e branco", o qual teria a finalidade de mapear o que "sobrou" da infraestrutura do Irã e assim enviar "drones" para completar o que os bombardeios não atingiram.

No entanto, a consecução de uma operação desta envergadura é muito pouco provável num curto período de tempo, mas é uma hipótese que não pode ser de modo algum descartada, uma vez que tal plano faz parte de uma enorme guerra psicológica de terror e isolamento contra o regime político iraniano que precede a intervenção propriamente dita. Demonstra, não obstante, que fora dos chamados "organismos internacionais" como a ONU, o imperialismo está movimentando secretamente suas peças do intricado xadrez da guerra no Oriente Médio. Contudo, para levar a cabo esta guerra é preciso enfrentar a oposição da Rússia e China que almejam uma transição pactuada para a saída de Assad. De concreto mesmo, são as medidas repressivas profiláticas que o enclave de Israel efetiva contra os palestinos, tal como aparece no relatório chamado "Breaking the Silence" (perseguição, espancamento e prisão de jovens palestinos sem um motivo aparente, servindo para difundir o terror na população), a guerra contra a Síria, na qual Washington introduz mercenários e grupos de extermínio e a ofensiva sobre o Hezbollah voltada para neutralizá-lo através de uma operação de guerra no Líbano, como sequencia da chamada "revolução árabe" conduzida por Washington. Ou seja, a Casa Branca em conluio com Tel Aviv, tem como meta eliminar qualquer indício de resistência "interna" a seus planos de guerra de rapina colonialista na região.

Neste quadro, uma intervenção militar iminente pode acontecer contra o regime de Bashar al Assad como uma possibilidade concreta por parte do imperialismo europeu (França e Inglaterra) face às recentes derrotas dos mercenários "rebeldes" na Síria: "Não estamos descartando nada e temos um plano de contingência para uma ampla série de cenários" (G1, 30/8), advertiu o secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, passando por cima das decisões do Conselho de Segurança da ONU – tal como aconteceu durante a guerra contra a Sérvia em 1999 quando a população civil foi brutalmente bombardeada pela OTAN, criando zonas de "exclusão aérea" ou de "segurança", a antessala da intervenção militar direta.

Como podemos ver, tanto o imperialismo ianque como o europeu estão movimentando suas peças, organizando uma verdadeira guerra de rapina colonialista contra a Síria e Irã. Diante desta perspectiva, mais do que nunca os países semicoloniais devem apontar suas armas químicas militares (Síria) e nucleares (Irã) para se defender das tropas invasoras contingenciadas pelo inimigo maior dos povos em todo o planeta: o imperialismo. Este combate deve ser o eixo programático dos marxistas revolucionários, em oposição a esquerda revisionista que festeja cada bomba que cai sobre a população síria por intermédio dos atentados terroristas concentrados nas mãos dos mercenários "rebeldes" a serviço da Casa Branca.

Extraído do sítio Diário Liberdade

SERRA APELA DE NOVO À "GUERRA SANTA" - Ricardo Kotscho

Foto: Alex Silva/AE
Ainda ontem previ aqui mesmo, ao comentar o último Ibope sobre as eleições em São Paulo, que mostra a candidatura tucana derretendo, após os primeiros dias de campanha no horário eleitoral:

"Serra agora só tem dois caminhos para se salvar do naugráfio anunciado, ambos arriscados: ou parte para o ataque contra seus adversários, tática adotada nas últimas campanhas (...)".

Não deu outra. Na coluna Painel, de Vera Magalhães, publicada na "Folha" deste sábado, três notas já anunciam a nova estratégia da campanha de José Serra, pela quarta vez candidato a prefeito de São Paulo:

Guerra santa - O QG de José Serra pretende colar a imagem de Celso Russomanno à Igreja Universal do Reino de Deus para recuperar eleitores alinhados ao PSDB que migraram para o líder nas pesquisas. "Ele diz que não tem padrinho? As pessoas precisam saber que o padrinho é o Edir Macedo", diz um grão-tucano. Para serristas, a associação ajudará o ex-governador sobretudo no eleitorado católico e no segmento evangélico que disputa fiéis com a igreja do bispo controlador da TV Record.

Benção - Como vacina, Russomanno tem dedicado espaço na agenda a encontros com católicos. Ontem, fez questão de divulgar visita a d. Fernando Figueiredo, patrono do padre Marcelo Rossi, da Renovação Carismática.

Romaria - Gilberto Kassab organizou périplo de Serra a bispos católicos e pastores de várias denominações. Ambos foram a Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, "rival" de Macedo.

Foto: Alex Silva/AE
Nenhuma surpresa, é claro, para quem acompanhou as baixarias da última derrota de José Serra na campanha presidencial, em 2010, sob o comando do mesmo marqueteiro Luiz Gonzalez, que é quem realmente manda na campanha tucana.

Naquela ocasião, como agora, ao perceber que a sua vaca de votos estava caminhando celeremente para o brejo, o tucano recrutou padres, bispos e pastores como cabos eleitorais para bater em Dilma, Lula e no PT, os maiores "demônios" na face da terra.

Carregando nas mãos imagens sacras e apelando para temas como aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo, o candidato do PSDB recorreu à religião para tentar se salvar da inevitável derrota em sua segunda campanha presidencial. Deu no que deu.

Depois de costurar um pacto de não agressão com o candidato do PRB, quando ainda liderava as pesquisas em São Paulo, agora Serra resolveu partir para o ataque contra Russomanno e também Fernando Haddad, do PT, que ameaçam tirá-lo do segundo turno.

Em entrevista à TV Estadão na sexta-feira, acusou Russomanno de mentir ao dizer que foi ele quem bolou a Operação Delegada da PM, em 2010, um programa no qual a prefeitura paga para policiais trabalharem na segurança municipal em suas horas de folga.

"Sabe por que não é verdade? Fizemos a Operação Delegada em 2009. Certos candidatos propõem criar coisas que já existem. Imagina o grau de ignorância a respeito".

Com Serra atirando para todo lado após a divulgação das últimas persquisas, ainda na noite de ontem, na zona leste, chegou a vez de Fernando Haddad ser alvejado pela proposta do Bilhete Único Mensal.

"Agora vão mexer no Bilhete Único. Para que? Se precisa de transporte mais barato, vamos tirar o imposto que vai para o governo federal e que, se não tomar cuidado, acaba indo para o mensalão".

Com o candidato tucano outra vez fora de controle, esta campanha ainda promete fortes emoções. Serra partiu para mais uma guerra, que de santa nada tem - é apenas um novo capítulo da guerra suja das suas campanhas eleitorais anteriores.

Extraído do blog Balaio do Kotscho

ZONA DO EURO REGISTRA NOVO RECORDE DE DESEMPREGO


Em julho último, mais de 18 milhões de pessoas dos 17 países da moeda comum não tinham trabalho. Taxa de desemprego foi de 11,3%. Duramente atingida pela crise, na Espanha, 52,9% dos jovens não têm emprego.

O mercado de trabalho na zona do euro atingiu, em julho, um recorde negativo. De acordo com os dados divulgados pelo departamento de estatísticas da União Europeia (Eurostat), os 17 países que compõem o bloco da moeda comum registraram 18.002.000 desempregados – ou seja, uma taxa de 11,3%.

Em julho foram feitos novos 88 mil registros de pessoas desempregadas em relação a junho, mas o índice permaneceu praticamente estável. Já em comparação com julho do ano passado, a lista de desemprego tem a mais dois milhões de pessoas. Em toda a União Europeia, os índices de junho e julho permaneceram o mesmo, 11,4%

Há mais de um ano o número de desempregados vem aumentando na zona do euro. Especialistas alertam que, sem trabalho, a população passa a contar com menos recursos e, consequentemente, consome menos, o que afeta a conjuntura econômica dos países.

Grécia e Espanha

Na Espanha, desemprego em julho foi de 25,1%
Os dois países que registraram as piores taxas de desemprego na zona do euro foram Grécia e Espanha, ambos duramente atingidos pela crise da dívida. Em julho, 25,1% dos espanhóis não tinham um posto de trabalho – ou seja, uma em cada quatro pessoas – percentual maior do que os 24,8% registrados no mês anterior. Os últimos registros divulgados da Grécia, ainda em maio, mostravam um desemprego na casa dos 23,1%.

Também afetada pela crise, a Itália apresentou 10,7% de desemprego em julho. Já os melhores índices foram observados na Áustria (4,5%), na Holanda (5,3%), na Alemanha e na Bélgica (ambas com 5,5%).

A situação permanece preocupante quando se considera toda a UE. Quase 25,3 milhões de pessoas não têm um posto de trabalho no bloco, um aumento de 43 mil desempregados em apenas um mês. O número corresponde a uma taxa de 10,4%.

Ainda segundo o levantamento, os mais afetados são os jovens. Cerca de 22,6% da população da zona do euro com menos de 25 anos está desempregada, ou seja, quase 3,4 milhões de pessoas. Neste ponto também a Espanha apresenta os piores índices. Mais da metade dos jovens espanhóis (52,9%) encontram-se sem ocupação. Na Alemanha, onde foi registrado o menor desemprego entre jovens, o índice é de apenas 8,0%.

Extraído do sítio Deutsche Welle